estabelecimento de uma categoria

marca forte e duradoura no mercado é algo importante e vende (establishing a category). No mundo dos negócios, se você não tiver uma sólida reputação da marca, estará sempre em pé em uma desvantagem em relação a produtos e serviços. Além disso é preciso ter produto, sem um produto você não tem marca. Sendo assim, uma grande marca deve extravasar os limites do produto ou serviço ou da gama de produtos ou serviços que disponibiliza. Uma marca bem sucedida deve ser o representante de toda uma categoria de serviços ao cliente (entretenimento, desporto, etc.). O desafio, e a medida do sucesso, é o da marca ser sinônimo da área que representa, ser uma referência. Quanto maior for a categoria, desde que seja coerente, mais hipóteses tem a marca de alargar a sua gama de produtos ou serviços sem confundir o consumidor. Quando a imagem evolui, é necessário manter um certo número de símbolos que ajudem o consumidor a fazer a ligação entre a imagem antiga e a nova. Muitas marcas têm que despender avultadas somas para primeiro estudar uma nova imagem que seja apelativa e depois habituar os clientes a ela. O perigo é sempre o de alienar os clientes fiéis não atendendo suas necessidades e não correspondendo-os.


Para o estabelecimento de uma categoria marca é necessário:

Simplicidade: é a chave para o sucesso, altivo e logotipos altos são ignoradas pelos espectadores. Logos de empresas que atraem a atenção são memoráveis e simples, além de cativante. Em vez de gastar uma fortuna em truques de marketing, um logotipo perfeitamente planejado e projetado e simples caracteriza sua empresa. Você pode testemunhar este fato, recordando os logotipos de algumas marcas famosas, tais como: Reebok, Shell, Nike e a lista continua.

Mensagem Simples: a grande maioria das pessoas lembram-se de mensagens simples, que entram em contato regularmente. Existe muito mais chance de estabelecer uma marca memorável se for fácil de ler e absorver, mesmo tendo levado uma rápida olhada nisso. Mensagens que não são simples requerem estudo mais atento para saber o seu significado, mais provável que o interesse do visitante solto e não criar uma impressão duradoura.

Distintivo: a marca deve ser suficientemente distintivo para não confundi-lo com outro. Ser enquanto distinto também a ser simples pode ser objetivos contraditórios e mutuamente excusive. Ao criar ou realizar a análise de uma marca, existem certos recursos e características que devem estar presentes em geral.


Individualidade: deve permitir às pessoas para identificar de que eles têm visto ou ouvido em algum lugar antes, mesmo que não consegue se lembrar, inicialmente, o produto precisa ou empresa que se relaciona. Objetiva criar um equilíbrio entre os dois e usar habilidades criativas internamente ou de fontes externas para estabelecer uma marca que é simples e original.


Visualmente atraente: este ponto óbvio é crucial na criação de uma marca que as pessoas se referem. As cores, o posicionamento, as imagens e o texto devem ser todos visualmente atraente tanto individualmente quanto coletivamente.

Sua personalidade: é um conjunto de traços humanos, como, os adjetivos que melhor descrevem a sua marca.


Proteger sua marca: sua marca é o seu negócio, sendo assim devemos protegê-lo. Se você tem um slogan, marca registrada dele. Não é tão caro e vai ajudá-lo a proteger sua marca.


Sua promessa: é o lado emocional de sua finalidade – o comprometimento, segurança e as garantias do que se oferece. Se você fosse um alfaiate, seu propósito seria fazer e alterar roupas e sua promessa seria a de dar confiança às pessoas quando a sua vestimenta é apenas direito.

Definir e se relacionar com seu público alvo: significa entender a idade do seu público, sexo, etnia, renda, escolaridade, local. O que os motiva a comprar? Como é que eles pensam? Quais são os seus botões quentes? Logo no início configurar perfis de cliente, mesmo que seja em uma planilha simples.


Evitar nomes difíceis de pronunciar ou soletrar: então pergunte a si mesmo, como é que o mercado recebe o nome? Com apoio contexto, o mercado vai conseguir? Será que se encaixam com o seu posicionamento estratégico da marca? Há uma conotação negativa ou associações com o nome?




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rebrand(ing)

é uma expressão em inglês do âmbito do marketing, busca traduzir a ideia de um processo através do qual qualquer produto ou serviço seja produzido e/ou comercializado através de uma marca. Associa-se a uma determinada empresa e passa a tornar-se através uma nova marca ou através de uma outra organização. A criação de uma marca é feita a partir de elementos tangíveis e intangíveis, sendo assim rebranding ou rebrand é o nome dado ao processo ou serviço de uma empresa de criação ou recriação de um nome, logotipo, identidade (visual ou sonora) ou a combinação de todos estes elementos de uma determinada marca, seja de um produto, um serviço ou mesmo uma empresa. Através de uma determinada marca, é apresentado ao mercado com uma nova identidade, muitas vezes modernizando-a e a tornando contemporânea. Abaixo, um caso recente de rebranding com a marca do Governo Federal.

Através do desenvolvimento de um conceito que reforce os principais atributos do cliente e que permita uma eficaz aplicação em todos os suportes que definam os produtos e serviços da empresa. Existem diversos motivos que podem levar uma marca a passar pelo processo de rebranding. Entre as motivações mais comuns destaca-se a necessidade de reposicionamento da marca, ou seja, quando uma marca pretende distanciar-se da concorrência, aposta na diferenciação e pode passar pelo processo de rebranding de forma a demonstrar o seu novo posicionamento aos potenciais clientes, aos concorrentes e mesmo aos acionistas, quando estes existem. Abaixo, uma interessante entrevista feita pelo assunto, no canal CBS:

A necessidade de efetuar um rebranding após uma fusão ou aquisição acontece a fim de buscar uma nova harmonização da estratégia de comunicação da empresa ou da marca, podendo também acontecer quando uma empresa aumenta o seu portfólio ao adquirir produtos de outra empresa, sentindo necessidade, também, de harmonizar a linha de comunicação da marca ou devido a estratégias de segmentação de produtos, optando por um rebranding nesse sentido.Um trabalho de rebranding bem elaborado envolve revisar as metas da empresa, a mensagem e cultura – e não apenas mudar um nome ou um logotipo. Outro motivo comum é a urgência da mudança, isto é, quando a marca transmite uma conotação negativa devido a diversas situações como escândalos, crises ou processos judiciais que afetam negativamente a sua imagem, nestes casos o processo de rebranding pode atenuar a conotação atribuída à marca. Abaixo, um interessante caso de reformulação da marca de uma empresa de bebidas:

Existe também necessidade de efetuar um rebranding após uma fusão ou aquisição para que exista uma harmonização da estratégia de comunicação da empresa ou da marca, podendo também acontecer quando uma empresa aumenta o seu portfólio ao adquirir produtos de outra empresa. Buscam um novo sentindo e necessidades de harmonizar a linha de comunicação da marca ou devido a estratégias de segmentação de produtos, sendo assim, optam por um rebranding nesse sentido. Quando determinada empresa passa a ter uma nova liderança, com uma nova direcção ou administração, sente também necessidade de alterar a linha de comunicação de forma a vincular a nova identidade da empresa e isso passa por um processo de rebranding. Um processo como este não é uma decisão que se possa tomar de ânimo leve, mesmo sendo por vezes urgente ou necessário, é algo que altera, muitas vezes completamente a imagem que se tem de uma marca. Quanto aos riscos oferecidos pelo processo de rebranding por vezes podem levar mesmo a uma redução da quota de mercado, resultado contrário ao esperado pelo mercado. Abaixo, o caso de reestruturação de marca da Swisscom:


Isto pode acontecer porque a mudança pode não agradar aos clientes atuais, pois coloca-os novamente na posição de ter de voltar a avaliar hábitos de consumo e ter de voltar novamente a identificar-se com os valores que a marca representa, o que após uma quebra de referências pode por em causa a sua lealdade. Para evitar esta situação é necessário ter em conta não só os potenciais clientes, principalmente os clientes atuais que em geral são desvalorizados, tratando-se como um dado adquirido. Uma decisão importante como o rebranding de uma marca deverá ser tomada com o máximo rigor e fundamento e deverá ser apenas decidida após uma avaliação completa dos benefícios e vantagens previstas que decorrem do processo de rebranding, e mesmo assim ainda corre seus riscos de má aceitação no mercado.


as leis da marca

Segundo RIES & RIES, e de acordo com a Cultura norte-americana das marcas abaixo, o que nao significa que as mesmas tenham as mesmas estrategias e posicionamento de mercado no Brasil, (brand laws) as 22 Leis da Marca são:


1. Lei da Expansão
O poder de uma marca é inversamente proporcional a seu escopo. O que é um Chevrolet? Um carro barato, caro, grande, pequeno.



2. Lei da Contração
Uma marca se fortalece quando seu foco é mais nítido. A Starbuck’s serve somente café.



3. Lei da Publicidade
As marcas são criadas com publicidade, não com propaganda. Sem propaganda, a Body Shop tornou-se uma marca poderosa em nível mundial.



4. Lei da Propaganda
Uma vez criada, uma marca morrerá se não for mantida viva pela propaganda. A propaganda“Number 1 in tires” mantém a Goodyear como a número 1 em pneus.



5. Lei da Palavra
Uma marca deve“possuir” um nome na mente do consumidor. Nos EUA,“FedEx isto” já quer dizer“envie isto”.



6. Lei das Credenciais
O ingrediente essencial para o sucesso de qualquer marca é seu apelo de autenticidade.  A Coca-Cola é uma marca poderosa porque é “the real thing”.



7. Lei da Qualidade
Aqualidade é importante, mas as marcas não se desenvolvem somente com base na qualidade. Um Rolex marca melhor as horas? Provavelmente sim. Isso importa? Provavelmente não.




8. Lei da Categoria
Uma marca líder deve promover a categoria, não a marca. Gillette é uma marca que vende“giletes” de alta qualidade por preços acessíveis.



9. Lei do Nome
No final de contas, a marca nada mais é do que um nome. A principal diferença de uma copiadora Xerox é o nome Xerox em si.


10. Lei das Extensões
A maneira mais fácil de destruir uma marca é usar seu nome para praticamente tudo. O que é Mitsubishi? As extensões de linha de produtos matam a (o) Mitsubishi.



11. Lei da Camaradagem
Para desenvolver a categoria, uma marca deve receber bemas outras marcas. O melhor local para um Planet Hollywood é ao lado de um Hard Rock Café.



12. Lei do Genérico
Um dos caminhos mais rápidos para o fracasso é dar um nome genérico à marca

13. Lei da Empresa
Marcas são marcas, empresas são empresas. Existe uma diferença. A pasta de dente Signal precisa do nome Lever na caixa? Não. As marcas devem ter seu próprio espaço.

14. Lei das Submarcas
O que é construído pelo desenvolvimento de marcas pode ser destruído pelo desenvolvimento de submarcas. Express, Select, SunSpree e Garden Court corroem, nos EUA, o poder da marca Holiday Inn.

15. Lei dos Irmãos
Há um momento certo e um lugar certo para lançar uma segunda marca. Quando a Honda lançou um automóvel caro, não o chamou de“Honda Ultra”, mas de Acura.



16. Lei da Forma
O logotipo de uma marca deve ser criado para se encaixar nos olhos. Os dois olhos. O logo Avis é horizontal na medida certa. Arby’sé vertical demais.



17. Lei da Cor
Uma marca deve usar uma cor oposta à cor de seu principal concorrente. O azul único das caixas da Tiffany’s ajuda a imprimir a marca na mente.



18. Lei das Fronteiras
Não existem fronteiras para as marcas mundiais. A Heineken é vendida em 170 países. Todas as marcas deveriam ser marcas mundiais.



19. Lei da Consistência
Uma marca não se desenvolve do dia para a noite. O sucesso é medido em décadas, não em anos. A BMW tem sido a“máquina de dirigir” por 25 anos.


20. Lei da Mudança
As marcas podem ser mudadas, mas com pouca frequência e muito cuidado. Vinte anos atrás, o Citibank era um banco de investimento. Hoje é um banco de varejo.


21. Lei da Mortalidade
Nenhuma marca viverá para sempre. Muitas vezes a eutanásia é a melhor solução. Kodak é uma marca fotográfica que não terá a mesma eficácia na era digital.



22. Lei da Singularidade
O aspecto mais importante de uma marca é sua singularidade. Ao se concentrar na segurança o Volvo se tornou o carro europeu de luxo mais vendido nos EUA.



Fonte: The 22 Immutable Laws of Branding (ed. Harper Business).


marketing viral

de acordo com o bombardeio de informações publicitárias que estamos submetidos  diariamente (seja espontaneamente ou não) – os consumidores estão cada vez menos receptivos aos anúncios  publicitários, seja pela perda da credibilidade ou pelas mudanças de hábito de consumo dos meios de comunicação de massa. Surge então as seguintes perguntas: Qual a dimensão da minha mensagem de marca? As pessoas terão interesse em falar dela?


O conceito de marketing viral é antigo e consiste em passar adiante uma mensagem que “contamine” o receptor e o faça isso em conjunto a outras ações. Tem a finalidade de causar um enorme impacto, polemizar e principalmente ser discutido e/ou comentado por um maior numero de pessoas possivel. Versão atualizada do famoso marketing “boca-a-boca”, utiliza-se de técnicas de marketing que usam redes sociais pré-existentes para atingir seus objetivos através de processos auto-replicantes análogos às epidemias. Avalia e divulga a marca, o produto e/ou serviço. Potencializado pelos efeitos “boca a boca” de rede da Internet que através da criação de mensagens interessantes ou informativas, disseminam de forma exponencial, em geral eletronicamente ou por e-mail, a mensagem se propaga rapidamente e de forma exponencial. Abaixo, um caso de viral interessante, a empresa BlendTec, produtora de um poderoso aparelho de liquidificadfor capaz de moer praticamente tudo, lançou no YouTube um canal demonstrando as qualidades de seu produto destruindo ícones da tecnologia como iPhone, iPad, e, por que não, até o recém lançado Chrome Notebook da Google:


Segundo RAYPORT, 1996 , seguem abaixo algumas “Regras” do M. Viral:

  • O segredo é a essência do negócio.
  • A primeira dose é grátis, depois se cobra.
  • Deixe os comportamentos naturais do público-alvo levarem a mensagem.
  • Pareça-se com um hospedeiro, não com um vírus.
  • Explore a força dos laços sociais fracos.Invista para atingir a massa crítica.
Abaixo, um viral que rolou comentário mundialmente – feito por um patrocinador esportivo mundial e um craque brasileiro:

Marketing Viral liga o produto com novos clientes que por si só espalham-no na rede, podendo atingir um público focado maior que o Marketing tradicional, e sem custo de material. Por isso, o Marketing Viral se torna mais eficaz, sem desperdício de material, e isso significa que você irá investir mais em sua marca e menos em publicidade.

Geralmente acontece com produtos,  serviços e atendimentos de qualidade superior, ao ter uma boa experiência o consumidor indica a parentes, amigos, vizinhos e conhecidos, esta atitude é um ato de venda instintiva e emocional, pois ao sentir-se muito satisfeita relata sua ótima experiência e recomenda este produto. Causa alguns efeitos, como segue abaixo:

  • Efeito de ativação: transforma tendências latentes em comportamento efetivo.
  • Efeito de reforço: preserva as decisões tomadas, evitando mudanças de opinião.
  • Efeito de conversão: transforma opiniões.

No caso da Publicidade viral a marca fica em segundo plano, pois o conteúdo do vídeo e a história tem que ser o principal chamativo, o que gera a atenção e faz com que a pessoa indique a outra e assim sucessivamente, consequentemente divulgando este produto ou serviço a milhares ou até milhões de pessoas. Poderíamos aqui exemplificar vários casos de marketing viral interessantes, porém, é mais interessante mantermos no conceito.

Não podemos afirmar que em todos os casos obtenha-se sucesso, pois muitas vezes a marca não aparece ou não fica explícita perdendo então a finalidade, virando apenas mais um vídeo engraçado.



o que rolou e o que volta a rolar

no início, os pneus de um Fórmula 1 eram praticamente iguais aos que se via nos carros de passeio. Após a profissionalização da catgoria na década de 50 (era do mito Juan Manuel Fangio) – as equipes de Fórmula 1 passaram a manter parcerias com marcas mundiais a longo prazo, seja para fabricantes de motores, pneus ou chassi.

Desde então, podemos notar que tratando-se de composto de pneus, os fabricantes revezam-se com o passar das temporadas, com o tempo as marcas que sobreviveram no mercado e que a cada dia ganham mais espaço no mercado mundial.

O interessante é que durante muitos anos houve uma direta competição entre marcas em uma mesma temporada – em outros (como atualmente) apenas uma marca domina a temporada. Prova disso podemos verificar pelo histórico de marcas de pneus na Fórmula 1, conforme o cronograma abaixo:

1968, 1969 e 1970 – Goodyear, Firestone e Dunlop

1971 a 1974 – Goodyear e Firestone

1975 – Goodyear

1976 – Goodyear, Bridgestone e Dunlop

1977 – Goodyear, Dunlop, Bridgestone e Michelin

1978, 1979 e 1980 – Goodyear e Michelin

1981 e 1982 – Goodyear, Michelin, Pirelli e Avon

1983 e 1984 – Goodyear, Michelin e Pirelli

1985 e 1986 – Goodyear e Pirelli

1987 e 1988 – Goodyear

1989, 1990 e 1991 – Goodyear e Pirelli

1992 a 1996 – Goodyear

1997 e 1998 – Goodyear e Bridgestone

1999 e 2000 – Bridgestone

2001 a 2006 – Bridgestone e Michelin

2006 a 2009 – Bridgestone

2010 – Bridgestone

2011 – Pirelli

Entram novos compostos, saem antigos – inovam a cada ano, faça chuva faça Sol, a cada milésimo a menos no cronômetro uma nova conquista – é assim o trabalho dessas marcas. Abaixo, o incrível empenho da equipe Force-India no Pit-Stop.

Abaixo, o vídeo de (um dos) testes do novo patrocinador para 2011, velho conhecido de outras temporadas.

A Fórmula 1 é o maior laboratório de testes para produtos automobilísticos, vitrine máxima, desenvolve produtos inovadores nas pistas e em seguida traz para as ruas. As marcas acima tiveram (e têm) a sua exímia importância para tal contribuição no desenvolvimento automobilístico.


brand butler

o significado de butler é mordomo, sendo assim,  as marcas precisam urgentemente afiar suas “habilidades mordomísticas”, com foco em auxiliar os consumidores em suas vidas diárias, diferente do tradicional e o velho modelo de vender a eles um estilo de vida quando não uma identidade. Fornecem aos consumidores acesso instantâneo a um número crescente de serviços de apoio e ferramentas (tanto offline como  online), aprimorando suas habilidades de servir o cliente, centrando-se em ajudá-los  e fazendo mais parte de seu dia-a-dia. A cada dia mais e mais as marcas transformam-se em serviços e entretenimento.


Oferecem ferramentas e serviços para ajudar os consumidores a tirar o máximo partido das suas vidas diárias. Os consumidores anseiam por serviços e cuidados, enquanto a revolução online e mobile torna possível a oferta de serviços super relevantes para os consumidores em qualquer lugar, a qualquer momento. Segundo o  site Trend Watching.com, o termo Brand Butler já foi apontado como uma tendência promissora emergente há algum tempo, mas agora eles acreditam que é o melhor momento para explorar esse conceito.


Sendo assim, os consumidores estão em busca de serviços que:

  • facilitam para os consumidores em tempo, conforto, controle e independência são as novas moedas: esta necessidade requer marcas B2C para transformar muitas de suas “campanhas”, senão todas as interações com seus clientes em serviços gerais.
  • melhoram nas interação com as marcas: são agora mais realistas e menos reverenciais. Do individualismo à eco-preocupação para diminuir o consumo de energia em economias desenvolvidas.
  • garantem um relacionamento mais terra a terra e menos reverente em relação às marcas. “Prático” e “pragmático” passam a ser as palavras da vez.
  • demonstrem que as empresas realmente se importam com eles. Apesar do que foi dito no item anterior, é preciso ir além do simplesmente prático. As marcas precisam desenvolvem serviços personais e orientado (mesmo quando se trata de produtos de giro rápido).
  • atendem as expectativas deles na arena do “always-on” e da gratificação instantânea. O que significa que as marcas precisam desenvolver permanentemente maneiras criativas e efetivas em termos de custo para atender essa necessidade de assistência.
  • estabelecem exposição permanente ou pop-up da marca em espaços e salões, muitas vezes associado a um evento específico (festivais de música!) Ou em um local (aeroportos!) que oferecem uma ampla oportunidade para ajudar os consumidores / clientes relevantes, em Serviços de marca. E aqui também, como com apps, a parceria é fundamental: não há necessidade de fazer tudo sozinho no que é agora uma economia de cooperação.


Enquanto algumas marcas já oferecem serviços no estilo Brand Butler, muitas ainda não têm integrado sua estratégia. Tudo isso significa uma grande oportunidade para estar entre as primeiras a lançar um conjunto coeso de serviços, que representa a essência da sua marca. E com a essência da marca queremos dizer: O que você sobre como uma marca? Quais os temas? Quais os benefícios?
Trata-se de “conectividade”? Informação privilegiada? Conveniência? Esperança? Saúde? Velocidade? Confiabilidade?O Resultado ideal para a onipresença brand butler seria um mix (discreto) de estar presente onde seus consumidores esperam que você esteja e surpreendê-los com sua presença quando eles nao esperam . Para simplicar essa onipresença pode ser dividida entre atividades online e offline – relação e resultados que podem ser colhidos a médio e longo prazo com o intuito de fidelizar. Podemos dividir atividades online e offline:

ONLINE

Aplicações, tanto para iPhones, Blackberries, ou dispositivos Android oferecem um caminho rápido para prestar serviços BRAND BUTLER: oferta útil e (semi-) conteúdo de marca, que residem em dispositivos de consumidores on-line.

Ah, e obviamente você não tem que desenvolver tudo sozinho: Pode fazer parcerias ou  adquirir um dos muitos aplicativos de terceiros.

OFFLINE

No mundo “real”, marcas, obviamente, não podem estar em todo lugar o tempo todo.

Um tática popular offline de BRAND BUTLER é estabelecer exposição permanente ou pop-up da marca em espaços e salões, muitas vezes associado a um evento específico (festivais de música!) Ou em um local (aeroportos!) que oferecem uma ampla oportunidade para ajudar os consumidores / clientes relevantes, em Serviços de marca. E aqui também, como com apps, a parceria é fundamental: não há necessidade de fazer tudo sozinho no que é agora uma economia de cooperação.

Algumas marcas que utilizam o conceito de Brand Butler, evidenciando a transparência de seus serviços:

Domino’s Pizza Tracker permite que os clientes dos Eua acompanhem a etapa da preparação de sua pizza, desde o pedido até à sua entrega através de uma interface web.

* A Adidas Urban Art Guide é um guia de viagens gratuito no iPhone listando o melhor do  graffiti de Berlim. Os usuários podem clicar em cada local marcado para visualisar imagens, bem como informações sobre a obra e artista.
* Beck’s Gig Finder ajuda os usuários a encontrar Shows de música local. O mapa do app e interface GPS permitem aos usuários ver onde ele ou ela está em relação aos shows.

*A Smirnoff fez uma parceria com Time Out para projetar um aplicativo do iPhone queferece aos utilizadores informações atualizadas sobre a vida noturna de Londres e de entretenimento.
*Nissan’s Prove It app fornece mapas de 45 estâncias de ski europeias, permitindo aos usuários encontrar a localização de amigos na encosta,e oferece guias para as estâncias.
* A Mastercard desenvolveu um app Priceless Picks, que permite aos usuários compartilhar seus lugares favoritos e promoções, que são exibidos em um mapa interativo para outros usuários navegarem.
* A Joalheria parisiense Van Cleef & Arpels , pela aplicação do iPhone a Day in Paris oferece aos usuários “uma balada poética em Paris ‘, descobrindo espaços românticos da cidade.


o poder da publicidade

comunicar é transmitir uma informação de um transmissor a um receptor da forma que entre a mensagem enviada e a recebida haja uma sincronia de informações e propostas (sem ruídos). A marca quando bem construída oferece valor e diferenciação das demais, agora, considera-se como uma entidade de personalidade e sua imagem está além do produto/ serviço oferecido pelo mercado, transmite em toda comunicação a fidelidade da sua proposta. Num mercado cada vez mais competitivo e concorrencial a marca é mais do que o produto. Ela existe como entidade perceptual, envolve e fixa na mente do consumidor – ao mesmo tempo torna-se uma entidade física e cultural.


A publicidade aliou-se ao principal fator que se apresenta como primordial na construção da marca: a experiência dos consumidores. Relacionada à marca, a publicidade desenvolve as demais comunicações, caracteriza as experiências de sua sociedade de consumo – cria expectativas, disperta necessidades, cria modismos. Exercem influências sobre tudo na vida do público em geral bem como seu padrão de comportamento, suas idéias, seus hábitos, culturas, atinge dessa forma homens, mulheres e crianças independente da faixa etária e outros aspectos para a identificação do seu público-alvo específico. Deve entreter para aproximar produto e cliente. Abaixo, umahomenagem aos 35 anos de ABP.


A mensagem publicitária tem o poder de causar simpatia (ou não) por um produto/serviço – serve como ponte (caminho) de ligação direta entre dois pontos: o cliente e a marca. É uma técnica de comunicação que utilizando os meios (de comunicação ou media) informa o consumidor sobre os benefícios dos produtos que promove. Existe uma espécie de listagem de ações apropriadas para realizar uma boa publicidade, a que chamaremos, por simpatia, os dez mandamentos para uma boa publicidade:

  1. Envolver o consumidor
  2. Estar orientada para o consumidor
  3. Estar concentrada numa única ideia de venda
  4. Concentrar-se na melhor ideia
  5. Apresentar e insistir numa única ideia
  6. Ser credível e sincera
  7. Associar claramente a ideia de venda com o produto
  8. Ser simples, clara e completa
  9. Dar vida ao produto
  10. Fazer vender

Entre o produto e seu ponto de venda é necessário divulgação, e é justamente nesse ponto em que a publicidade atua, criam identidade e persuadem – posicionam seu produto para seu público desejado (nicho de mercado). Forma ou direciona a opinião do consumidor com relação a uma determinada marca, exerce uma significativa influência sobre os aspectos psicológicos e emocionais dos seres humanos em geral. Através da publicidade é que a marca pode definir seu nicho de mercado e não só posiciona-se perante o mercado, mas dinstingue-se de seus concorrentes. Possui como principal objetivo um alicerce (sustentação) na construção de qualquer tipo de marca, atuando a curto e longo prazo, para ocorrer o consumo do produto/serviço divulgado. Sendo assim, a publicidade e produto dependem um do outro. Só é visto que é anunciado.